quarta-feira, 24 de março de 2010

Protozoários


São organismos unicelulares eucariontes (seres cujas células já apresentam organelas especializadas e núcleo individualizado).
- Nutrição heterótrofa, obtendo alimento por ingestão ou absorção.
- Parasita ou de vida livre, alguns em colônia.

- Principais Filos:


Sarcodina ou Rhizopoda (produzem pseudópodes)
Entamoeba histolytica e Amoeba proteus

. Mastigophora ou Flagellata (possuem flagelo)
Trypanosoma cruzi (doença de Chagas), Leishmania brasiliensis (úlcera de Bauru), Giardia lambria (giardíase)e Trichomona vaginalis (vaginite)

Ciliophora ou Ciliata (possuem cílios)
Paramecium caudatum e Balantidium coli

Sporozoa (não possuem meios próprios de locomoção
Plasmodium (vivax, malariae e falciporum).

A classificação acima se baseia na presença e no tipo de estrutura utilizada na locomoção

Os pseudópodes, flagelos e cílios são utilizados tanto para locomoção quanto para a captura de alimentos.

Algumas Protozooses

Protozooses são todas as doenças transmissíveis causadas por protozoários. Algumas protozooses ocupam posição de destaque entre as principais endemias brasileiras, como a malária, a doença de Chagas e amebíase.

- Amebíase
- Giardíase
- Balantidiose
- Tricomosíase
- Toxoplasmose
- Malária
- Doença de Chagas
- Leishmaniose

Amebíase (disenteria amebiana)

O agente etiológico dessa moléstia é a Entamoeba hitolytica, um protozoário rizopode, conhecida por ameba. Este protozoário chega até o homem através da água e alimentos contaminados.
A entamoeba parasita principalmente o intestino grosso do homem, provocando ulcerações e se alimentando de glóbulos vermelhos. No intestino se reproduz assexuadamente por cissiparidade.
O exame de fezes das pessoas afetadas revela a presença de formas trofozoíticas ou vegetativas ou císticas (forma esférica com quatro núcleos bem distintos e um envoltório espesso). No meio ambiente, os trofozoítos morrem com facilidade, mas os cistos resistem por longo tempo ao ressecamento e ao calor, representando a forma infectante da ameba.

Sintomologia: Fezes líquidas, às vezes co sangue, fortes dores abdominais, náuseas, vômitos, com ameaça de lipotímia (desmaio).
Profilaxia: Cuidados pessoais de higiene, oferecimento de melhores condições de saneamento básico.

Giardíase

O agente etiológico dessa moléstia é a Giardia lambria ou Giárdia intestinalis, um protozoário flagelado, que chaga até o homem através da água e alimentos contaminados.
A giárdia se instala no jejuno-íleo e, freqüentemente, sobe pelo canal colédoco indo se alojar na vesícula biliar, dificultando o tratamento.
É também encontrada na forma cística.
Sintomologia: Fortes diarréias podendo levar o doente a desidratação e fortes dores abdominais.
Profilaxia: Cuidados pessoais de higiene, oferecimento de melhores condições de saneamento básico.,p>
Balantidiose

O agente etiológico dessa moléstia é Balantidium coli, um protozoário ciliado. Que chega ao homem pela água e alimentos contaminados.
O balantidium se instala no intestino grosso, revelando características comuns às disenterias, com cólicas intensas e tenesmos (vontade de evacuar quando não há mais o que eliminar) e diarréia.
Os cuidados profiláticos são semelhantes aos indicados para amebíase e giradíase.

Tricomoníase

O agente etiológico dessa moléstia é a Trichomonas vaginalis, um protozoário flagelado, encontrado apenas na forma trofozoítica.
O trichomona é muito comum no nosso meio, provocando nas mulheres um processo inflamatório vaginal (vaginite), com fluxo e corrimento, podendo apresenta ardência e coceira na vulva.
O contágio se dá de forma direta por meio do uso comum de roupas íntimas e toalhas. O ato sexual representa uma outra maneira de contágio ou recontágio, pois o homem pode se manter infectado assintomático e, dessa maneira a mulher, já curada da doença, após o tratamento volta a se contaminar.
O tratamento exige, para que se obtenha bons resultados, que seja estendido ao parceiro.
O tratamento é feito com cremes vaginais, além de tratamento sistêmico por via oral.

Toxoplasmose

O agente etiológico dessa moléstia o Toxoplasma gondii, um esporozoário. Trata-se de uma doença de contágio indireto.
O parasita, durante seu ciclo vital, passa por um estágio de reprodução assexuada, nos organismos dos ratos, cães e gatos e, por um fase de reprodução sexuada (esquizogonia), no organismo humano.
A contaminação se faz através da água, alimentos e objetos de uso comum que tiveram contato com a urina dos animais afetados.
A moléstia se manifesta com febre, exantema (manchas puntiformes avermelhadas na pele), gânglios aumentados, aumento do fígado e baço, podendo complicar com pneumonia e encefalite. Existe uma forma congênita, quando a mulher grávida portadora da doença, serve como meio para a contaminação do feto. O Toxoplasma atravessa a placenta, atingindo o organismo fetal, provocando lesões oculares graves, no crânio e encéfalo, o que justifica a hidrocefalia e microcefalia.

Malaria

Os agentes etiológicos dessa moléstia são os protozoários esporozoários do gênero Plasmodium. Conhecida por diversos nomes, como maleita, paludismo, impaludismo e febre intermitente é uma das mais importantes endemias brasileiras.
A malária é transmitida ao homem pela picada do mosquito Anopheles tarsimaculatus.
No mosquito, algumas células do plasmodium, procedem como gametas, fundem-se e formam os ovos, no qual resultam em esporozoitos (sexuada), que vão se alojar nas glândulas salivares do mosquito. Ao picar o indivíduo, nele injeta esses esporozoítos.
No organismo humano, os plasmodium passam por um ciclo esquizogônio ou assexuada, parasitando as hemácias, onde se multiplicam até destruí-las. Cada vez que ocorre a hemólise (ruptura de um grande número de hemácias), o paciente revela um surto febril, podendo chegar a 41ºC, com tremores incontroláveis, calafrios intensos, seguidos, depois de um onda de calor com profunda sudorese.
Plasmodium malariae = surtos febris de 72 em 72 horas (febre quartã), a mais benigna forma da malária.
Plasmodium vivax = surtos febris de 48 em 48 horas (febre terçã benigna).
Plamodium falciparum = a forma mais grave – a febre teça maligna, cujos acessos se manifestam dd 24 em 24 horas.
O tratamento é profilaxia são feitos com produtos à base de quinino e sulfonamidas.
A pulverização de córregos, lagoas e poças de água parada com inseticida é uma maneira de combater o mosquito.

Doença de Chagas (Tripanossomose)

O agente etiológico dessa moléstia é o protozoário flagelado Trypanosoma cruzi, descoberto em 1909 pelo cientista brasileiro Carlos Chagas. A doença de Chagas é uma das mais graves endemias brasileira.
O Trypanosoma vive no intestino de um percevejo hematófago, conhecido popularmente como barbeiro ou chupança (Triatoma infestans, Pantrongylus megistus), onde se reproduz, sendo, eliminado juntamente com as fezes do inseto.
Ao penetrar na pele, o Trypanosoma alcança a circulação sanguínea, se fixando do coração. A doença tem evolução lenta, caráter crônico, levando, às vezes muitos anos para ocasionar a morte do doente, por insuficiência cardíaca progressiva.
A penetração do parasita, também se dar através da mucosa conjuntiva, quando leva a mão contaminada pelas vezes do percevejo aos olhos, por transfusão sanguínea e pela placenta da mulher grávida atingindo o feto.
As principais medidas preventivas consistem em substituir as moradas de barro e madeira por outras de tijolos, que não tenham frestas onde o barbeiro possa se esconder, exigir em transfusão de sangue a garantia da qualidade do sangue e a pulverização com inseticida.

OBS. O Trypanosoma gambiense é o agente etiológico da doença do sono ou tripanossomose africana. O parasita é inoculado no homem juntamente com a saliva da mosca hematófaga tsé-tsé (Glossina palpalis), atinge o SNC, onde provoca lesões que determinam na vítima um estado de sonolência praticamente contínuo, além de uma progressiva debilidade das funções vitais (caquexia) podendo levar a morte.

Leishmaniose ou Úlcera de Bauru

O agente etiológico dessa moléstia é um protozoário flagelado chamado Leishmania brasiliensis, que ataca a pele e as mucosas dos lábios e nariz produzindo muitas feridas. A úlcera de Bauru. A Leishmania é transmitida pelo mosquito flebótomo – palha ou birigui (Phlebotomus intermedius).
O tratamento e profilaxia são mesmos utilizados para a malária.

Bactérias


As bactérias são os organismos mais disseminados pela Terra, vivem praticamente em todos os ambientes. São na maioria de nutrição heterótrofa, vivendo da saprobiose, do mutualismo e parasitismo.
As bactérias autótrofas realizam a fotossíntese ou então a quimiossíntese.
Quanto a respiração podem ser anaeróbicas (Clostridium tetani) e aeróbica, que representa a grande maioria. Seu material genético é constituído de um cromossomo bacteriano. Este cromossomo às vezes faz um volume que acaba constituindo o nucleóide.

Entre as bacterioses, temos o tétano, pneumonia, tuberculose, difteria, sífilis, blenorragia, coqueluche, leptospirose, hanseníase, cólera, febre tifóide e meningite.

As bactérias de forma esférica podem ser:

Diplococos. Ex. gonococos
Tétrade - quatro cocos formando um quadrado
Sarcina - vários cocos com aspecto cúbito
Estreptococos - forma de cadeia. Ex. Streptococcus pyogenes
Estafilococos - forma de cacho. Ex. Staphylococcus aureus

- Bacilos (bastonetes). Ex. Bacilos de Koch e de Hansen
- Espirilos (filamentos). Ex. Spirillum gallinarum
- Vibriões (vírgula). Ex. Vibrio cholerae


Um ser sem reino: VÍRUS



Os vírus são seres diminutos, visíveis apenas ao microscópio eletrônicos, constituídos por apenas duas classes de substâncias químicas: ácidos nucleícos, que pode ser DNA ou RNA e proteína.
Não têm estrutura celular )acelular), ausência de metabolismo (ametabólico), só se reproduzem dentro de uma célula hospedeira (parasita obrigatório). Visto somente ao microscópio eletrônico.
Os vírus são considerados como uma forma de vida por se multiplicarem,realizarem mutação e apresentarem ácido nucléico.
Entre as viroses temos a hepatite, sarampo, catapora, rubéola, dengue, poliomielite, encefalite, gripe e AIDS.

domingo, 21 de março de 2010

Exames Laboratoriais

Etapas do exame

A sequência de ações dentro de um laboratório onde são realizados exames laboratoriais inicia-se com a coletado material a ser analisado e termina com a emissão de um laudo diagnóstico.

Na fase pré-analítica, o paciente é orientado, é realizado a coleta, a manipulação e conservação do material que posteriormente será analisado. É nesta fase onde ocorrem a maioria dos erros. Logo após, serão analisados os materiais e será feito um laudo pelo profissional habilitado. A fase analítica, com os avanços tecnológicos é realizada através de aparelhos automatizados que garantem um maior percentual de acertos. Nos laudos, os principais erros são unidades erradas, erro de digitação, não informação de interferentes no exame, etc.

Dentro deste contexto, existem diversos fatores que podem interagir com o resultado do exame, resultando em um falso-negativo ou falso-positivo: medicamentos utilizados pelo paciente, sua resposta metbólica, jejum, transporte do material, centrifugação, metrologia, reagentes, calibração e manutenção dos equipamentos, entre outros.


Tipos de exames


Bioquímica do sangue substâncias não eletrolíticas


Bioquímica do sangue - substâncias eletrolíticas

  • Constantes biológicas do sangue
  • Diagnósticos dos desequilíbrios hidreletrolíticos
  • Diagnóstico dos desequilíbrios ácido básicos


Bioquímica do sangue - enzimas

Fosfatase alcalina e ácida, amilase, lipase, aldolase, lactato-desidrogenase, transaminases, creatinofosfo-quinase, gama-glutamitranspeptidase, isoenzimas de lactato-desidrogenase, isoenzimas de creatinofosfoquinase.


Hemograma - série vermelha

  • Hemácias, hemoglobina, hematócrito, valores hematimétricos, ferro sérico, transferrina e ferritina.


Hemograma - série branca

  • Leucócitos, leucograma. neutrófilos, eosinófilos, basófilos, linfócitos e monócitos


Exame de urina

  • Elementos normais, microscopia de sedimento, estudo bacteriológico, outros.


Exame de fezes

  • Exame macroscópico, exame microscópico, parasitos e protozoários e coprocultura.


Outros tipos

  • Líquido cefalorraquidiano
  • Escarro
  • Líquido pleural
  • Espermograma


Principais áreas no laboratório hospitalar

Dentro de um laboratório hospitalar de análises clínicas existem 6:


Os fluidos mais comuns para exame são: sangue, urina, fezes e expectoração. No entanto em ambiente hospitalar poderá ser encontrado ainda: liquido sinovial, pleural, céfalo-raquidiano, pus, entre outros.

Entre os exames solicitados com maior frequência temos: hemograma completo, bioquímica do sangue (dosagem de glicose, ureia, creatinina, colesterol total e fracções, triglicerídeos,ácido úrico, etc), hemostasia (coagulograma), imunologia (teste imunológico de gravidez, teste luético, antiestreptolisina o, proteína c reativa, etc), exame parasitológico de fezes, sumário de urina, culturas bacteriológicas, antibiograma, etc.


Fonte: Wikipedia.com


sexta-feira, 19 de março de 2010

Vídeos

Aviso geral:
Os vídeos já estão no perfil do orkut!!!
Caso alguém não consiga visualizar ou ainda não é amigo é só me mandar um mail ou adicionar no orkut!
Bom fim de noite para todos!!!!

Glicose


A glicose é o carboidrato mais importante da biologia, pois as células a utiliza como fonte de energia e ainda intermediária do metabolismo. Como é a maior fonte de energia, o organismo transforma todos os carboidratos dos alimentos ingeridos em glicose. A quantidade de glicose no sangue altera todo o metabolismo. Essa varia de acordo com a quantidade de carboidratos consumidos e ainda depende de alguns fatores psicológicos e fisiológicos que ocorrem no decorrer do dia. A quantidade de glicose pode cair se a insulina for liberada pelo pâncreas ou injetada por medicamentos para diabetes, através de exercícios físicos, pela ingestão de álcool e nos períodos de menstruação. A glicose também pode aumentar se a alimentação for em grande quantidade baseada em carboidrato, através do estresse já que esse libera hormônios responsáveis pelo aumento da glicose, por doenças, gravidez, utilização de anticoncepcionais e outros. Quando a glicose de uma pessoa está abaixo do normal podemos dizer que apresenta hipoglicemia, ou seja, baixo nível de açúcar no organismo. Esse quadro causa fraqueza, sudorese, desmaio e pode levar ao coma. Já a hiperglicemia é o nome dado quando o nível de glicose encontra-se acima do normal causando falta de energia no organismo, necessidade de urinar, cicatrização lenta, visão embaraçada, sede intensa, aumento do apetite e cansaço. A glicose em nível normal além de proporcionar a quantidade de energia necessária ao organismo, também previne problemas renais, nervosos e oculares. A glicose pode retardar problemas como derrame, doenças cardíacas, problemas nas artérias e diabetes.




quarta-feira, 17 de março de 2010

Datas Importantes

Relembrando que este ano a tradicional gincana do CEDUP será realizada entre os dias 26 e 30 de abril.
Já as provas de Atraso Geral serão realizadas em duas datas neste primeiro semestre:
Dia 3 de maio e 5 de julho.

segunda-feira, 15 de março de 2010

Vacinação contra o Vírus H1N1 2010


A imunização será dividida em cinco fases, conforme a faixa etária e as características do público alvo, segundo orientações da Organização Mundial da Saúde.
A primeira fase da campanha começou na segunda-feira passada mas apenas profissionais da área de saúde e povos indígenas poderão ser imunizados neste primeiro momento. Os locais de vacinação serão definidos pelos governos estaduais.
A vacina é gratuita e contraindicada apenas para aqueles que têm alergia a ovo. Para ser imunizado, basta comparecer ao posto de saúde com documento de identidade e a carteira de vacinação, no caso das crianças. O objetivo é que a imunização seja feita antes do início do inverno, quando ocorre o maior número de casos de gripe no país.

Confira o calendário

8 a 19 de março - Profissionais da saúde: médicos, enfermeiros, recepcionistas, pessoal de limpeza e segurança, motoristas de ambulância, equipes de laboratório e profissionais que atuam na investigação epidemiológica. Povos indígenas: população que vive em aldeias. A vacinação será realizada em parceria com a Funasa (Fundação Nacional de Saúde).

22 de março a 2 de abril - Gestantes: mulheres grávidas em qualquer período de gestação. As mulheres que engravidarem depois de 2 de abril podem tomar a vacina até 21 de maio. Pessoas com problemas crônicos com até 60 anos de idade. Serão vacinadas as pessoas com os seguintes problemas:
• Obesidade grau 3 - antiga obesidade mórbida (crianças; adolescentes e adultos);
• Doenças respiratórias crônicas desde a infância (exemplos: fibrose cística, displasia broncopulmonar);
• Asmáticos (formas graves);
• Doença pulmonar obstrutiva crônica e outras doenças crônicas com insuficiência respiratória;
• Doença neuromuscular com comprometimento da função respiratória (exemplo: distrofia neuromuscular);
• Imunodeprimidos (exemplos: pacientes em tratamento para aids e câncer ou portadores de doenças que debilitam o sistema imunológico);
• Diabetes mellitus;
• Doença hepática (exemplos: atresia biliar, cirrose, hepatite crônica com alteração da função hepática e/ou terapêutica antiviral);
• Doença renal (exemplo: insuficiência renal crônica, principalmente em pacientes com diálise);
• Doença hematológica (hemoglobinopatias);
• Pacientes menores de 18 anos com terapêutica contínua com salicilatos (exemplos: doença reumática auto-imune, doença de Kawasaki);
• Portadores da Síndrome Clínica de Insuficiência Cardíaca;
• Portadores de cardiopatia estrutural com repercussão clínica e/ou hemodinâmica (exemplos: hipertensão arterial pulmonar, valvulopatias, cardiopatia isquêmica com disfunção ventricular).

22 de março a 2 de abril - Crianças entre seis meses e dois anos de idade incompletos (23 meses). Elas devem receber meia dose da vacina e, depois de 21 dias, poderão tomar a outra meia dose.

5 a 23 de abril - População de 20 a 29 anos Qualquer pessoa nessa faixa etária.

24 de abril a 7 de maio - Idosos com problemas crônicos (mais de 60 anos de idade). O período coincide com a vacinação de idosos para a gripe comum. Quando eles forem tomar a vacina, receberão também imunização contra o vírus influenza A (H1N1) caso tenham algum destes problemas:

• Obesidade grau 3 - antiga obesidade mórbida (crianças; adolescentes e adultos);
• Doenças respiratórias crônicas desde a infância (exemplos: fibrose cística, displasia broncopulmonar);
• Asmáticos (formas graves);
• Doença pulmonar obstrutiva crônica e outras doenças crônicas com insuficiência respiratória;
• Doença neuromuscular com comprometimento da função respiratória (exemplo: distrofia neuromuscular);
• Imunodeprimidos (exemplos: pacientes em tratamento para aids e câncer ou portadores de doenças que debilitam o sistema imunológico);
• Diabetes mellitus;
• Doença hepática (exemplos: atresia biliar, cirrose, hepatite crônica com alteração da função hepática e/ou terapêutica antiviral);
• Doença renal (exemplo: insuficiência renal crônica, principalmente em pacientes com diálise);
• Doença hematológica (hemoglobinopatias);
• Pacientes menores de 18 anos com terapêutica contínua com salicilatos (exemplos: doença reumática auto-imune, doença de Kawasaki);
• Portadores da Síndrome Clínica de Insuficiência Cardíaca;
• Portadores de cardiopatia estrutural com repercussão clínica e/ou hemodinâmica (exemplos: hipertensão arterial pulmonar, valvulopatias, cardiopatia isquêmica com disfunção ventricular).

10 a 21 de maio - População de 30 a 39 anos. Qualquer pessoa nessa faixa etária.

sábado, 13 de março de 2010

Fluídos Biológicos

O Líquido Extracelular
Em grande parte o corpo humano é compostos de líquido. Embora a maior parte
desse líquido fique no interior das células – e seja chamado de Líquido Intracelular
(LIC) – cerca de 1/3 ocupa os espaços por fora das células e é chamado de Líquido
Extracelular (LEC).
O LEC se movimenta continuamente por todo o corpo. É transportado
rapidamente no sangue circulante e, em seguida, misturado entre o sangue e os líquidos
teciduais por difusão através das membranas capilares. No LEC ficam os íons e
nutrientes necessários às células, p/ a manutenção da vida celular.

• Diferenças entre LIC e LEC:
LEC
Altas concentrações: Íons (sódio, cloreto, bicarbonato)
Nutrientes (oxigênio, glicose, a.graxos, aminoácidos)
Produtos e subprodutos cel. (gás carbônico, uréia) –
excretados pelos Pulmões e Rins
LIC
Altas concentrações: Íons (potássio, fosfato, magnésio)
(A manutenção das diferenças de concentração entre LIC e LEC é feita por
mecanismos especiais de transporte de íons através das membranas celulares)


Sistemas de transporte do LEC – Sistema Circulatório:
O LEC é transportado p/ todas as partes do corpo em 2 etapas:
1) Movimento do sangue ao longo do sistema circulatório
2) Movimento de líquido entre os capilares sanguíneos e as células
Todo o sangue contido na circulação percorre todo o circuito em cerca de
minuto, em média, no repouso, e até 6x / 1 minuto quando em extrema atividade.
Conforme o sangue circula pelos capilares, ocorre troca contínua de LEC entre a
parte de plasma do sangue e o Líquido Intersticial que preenche os espaços entre as
células: os espaços intercelulares.
Os capilares são porosos, portanto, grandes quantidades de líquido e de seus
constituintes em solução podem sofrer DIFUSÃO (processo causado pela
movimentação cinética das moléculas) nos dois sentidos.

sexta-feira, 12 de março de 2010

Material de Anatomia

O material de Anatomia, já está comigo e com mais algumas pessoas para que consegui mandar por e-mail. Infelizmente alguns e-mails voltaram! (!?)
Mas de qualquer forma vou imprimir a amanhã todos podem tirar cópia!
Boa noite para todos Amores!